De tempo somos. Somos seus pés e suas bocas. Com os pés do tempo caminham os nossos pés. Cedo ou tarde, já sabemos os ventos dos tempos apagarão as pegadas. Travessia do nada. Passos de ninguém? As bocas do tempo contam.
Do Livro A boca do Tempo
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Sou um poeta do mato
Sou um poeta do mato
Vivo afastado dos meios
Minha rude lira canta
Casos bonitos e feios
Eu canto meus sentimentos
E sentimentos alheios
Patatativa de Assaré
Eis a simplicidade e clareza dos gênios que dizem muito em poucas palavras
Vivo afastado dos meios
Minha rude lira canta
Casos bonitos e feios
Eu canto meus sentimentos
E sentimentos alheios
Patatativa de Assaré
Eis a simplicidade e clareza dos gênios que dizem muito em poucas palavras
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Filosofar sempre
ENunca se protele o filosofar quando se é jovem, nem canse o fazê-lo quando se é velho, pois que ninguém é jamais pouco maduro nem demasiado maduro para conquistar a saúde da alma.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
LUA E SOL
Dizem que a Lua e Sol nunca se encontram. Ontem foi uma linda noite de lua cheia, iluminando os sonhos, os amores, as almas carentes, os solitários e os acompanhados. O sol hoje se fez presente, está um lindo dia. Da janela dá para ver as pessoas com roupas leves a caminho do parque. Os cientistas dizem que a lua está encolhendo e ficando feia, tal uma maça murcha. Que pena! O sol não é masculino, é uma estrela. Michuruca, de quinta grandeza. Tomara que ele brilhe por muitos dias enquanto a lua brinca de esconde-esconde nas suas fases. Ela míngua e cresce. Eles nunca se encontram, mas devem ter um código misterioso, um esconderijo oculto para um encontro furtivo. Se eles realmente se amam devem burlar os mapas dos astros e as rotas dos cientistas. Deve ser delicioso beijo quente de sol e iluminado de luar.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
CAPELA DO TAIM
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